Se o teu sorriso me nina,
levando para o sonho mais belo,
espero aqui do modo mais singelo,
uma dança que dure a noite inteira.
É o teu olhar sereno que acalma o meu.
Tranquilidade.
Não só pensamentos no breu.
Porque há luz e eu quero sair das sombras segurando o braço teu.
terça-feira, 4 de março de 2014
Calor
Foi como se caísse a chuva no roçado castigado.
As ruínas também foram banhadas.
Lavou-se o sangue de outras eras.
Renovou-se o sentimento.
O sustentáculo.
Agora há porque deixar pegadas na areia.
Há porque flutuar e voar para perto das nuvens.
Abraçar o sol sem obliterar.
Calor é o que faltava para o seu peito voltar a trabalhar.
As ruínas também foram banhadas.
Lavou-se o sangue de outras eras.
Renovou-se o sentimento.
O sustentáculo.
Agora há porque deixar pegadas na areia.
Há porque flutuar e voar para perto das nuvens.
Abraçar o sol sem obliterar.
Calor é o que faltava para o seu peito voltar a trabalhar.
sábado, 1 de março de 2014
Dos doces da vida
Teus olhos tão vivos.
Teu sorriso,
teu encanto.
Passo horas a admirar.
Não sei se quadro pintado,
ou se alguma história contada para ninar.
Sei que sonho e sinto,
Pressinto um belo amanhecer para chegar.
Teu sorriso,
teu encanto.
Passo horas a admirar.
Não sei se quadro pintado,
ou se alguma história contada para ninar.
Sei que sonho e sinto,
Pressinto um belo amanhecer para chegar.
Ar
Teu canto traz as boas vindas.
A boa vida que se revela atrás da porta.
Eis que o futuro aponta.
A esperança levanta.
E a poeira estagnada ganha o ar.
Deixe, eu tenho que acreditar.
O papel só fica vazio se não surgir nenhum pensamento para se aproveitar.
A boa vida que se revela atrás da porta.
Eis que o futuro aponta.
A esperança levanta.
E a poeira estagnada ganha o ar.
Deixe, eu tenho que acreditar.
O papel só fica vazio se não surgir nenhum pensamento para se aproveitar.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Em luta
O tempo é implacável.
As horas caem e perdemos os navios,
o mote,
o horizonte.
Nem vimos sair do nosso semblante a esperança.
Vivemos só de lembrança,
enquanto a dança dos anos leva o bem querer.
O que fazer para a areia não descer?
Estagnar o momento,
tal qual fotografia.
Como se não fôssemos perder para o envelhecer.
As horas caem e perdemos os navios,
o mote,
o horizonte.
Nem vimos sair do nosso semblante a esperança.
Vivemos só de lembrança,
enquanto a dança dos anos leva o bem querer.
O que fazer para a areia não descer?
Estagnar o momento,
tal qual fotografia.
Como se não fôssemos perder para o envelhecer.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Mastigar
Não mastigo a tristeza da solidão.
Deixo o prato na mesa.
Deixo o pranto.
Vivo,
canto,
fixo os olhos no horizonte mais pleno.
Hoje a noite caiu serena.
Certamente os ventos me permitirão navegar.
Deixo o prato na mesa.
Deixo o pranto.
Vivo,
canto,
fixo os olhos no horizonte mais pleno.
Hoje a noite caiu serena.
Certamente os ventos me permitirão navegar.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Bravata
Bravamente o homem lutou.
Semente se plantou.
E os gritos de dor ecoaram pelos corredores,
com o amor sangrando pelos olhos.
Assim será a rotina.
De batalhas a poesias que amofinam.
Empoeiradas, esperando um coração para abraçar.
Semente se plantou.
E os gritos de dor ecoaram pelos corredores,
com o amor sangrando pelos olhos.
Assim será a rotina.
De batalhas a poesias que amofinam.
Empoeiradas, esperando um coração para abraçar.
Má drugada
Madrugadas não tem sentido, menina. Passam devagar, enquanto o silêncio varre as ruas. As estrelas não se seguram, nem ponderam. A lua espera o sol nascer. O sono embala os sonhos. Tem gente que acredita que dormindo vai crescer. Quantas histórias na madrugada que dorme esperando amanhecer.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Atulhar
Quero encher os olhos,
não de lágrimas.
Quero tua boca rosa,
o abraço imperioso.
O seu vestido sedoso em minhas mãos.
Dança comigo, menina.
A valsa inteira da vida.
Não viva de medida.
Viva comigo e me diga o porquê de respirar.
não de lágrimas.
Quero tua boca rosa,
o abraço imperioso.
O seu vestido sedoso em minhas mãos.
Dança comigo, menina.
A valsa inteira da vida.
Não viva de medida.
Viva comigo e me diga o porquê de respirar.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Estrela
Êxtase.
Enlevo.
Dentre outras coisas mais.
A noite de estrelas e o céu limpo.
Profundo.
Pensamentos tão rotundos.
Cansados de esperar o nada mais.
Enlevo.
Dentre outras coisas mais.
A noite de estrelas e o céu limpo.
Profundo.
Pensamentos tão rotundos.
Cansados de esperar o nada mais.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Fera
Mar que varre o mundo,
por um segundo,
só.
Pensamento me leva longe,
me traz o passado doce que vivi.
A criança que restou em mim
é apanhado de firmeza com um pouco de tristeza pelos anos que passam loucamente.
Viver,
sem pensar no mundo que mente,
na fera que não sente o calor do braço seu
por um segundo,
só.
Pensamento me leva longe,
me traz o passado doce que vivi.
A criança que restou em mim
é apanhado de firmeza com um pouco de tristeza pelos anos que passam loucamente.
Viver,
sem pensar no mundo que mente,
na fera que não sente o calor do braço seu
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Temporal
"Tempo me falta. A rotina mata, fere o peito. Enterra pretensões. Mas hei de levar a vida para um parque de diversões, para fazer sorrir, voltar a acreditar que o mundo não é nefando. Tanta luz lá fora da janela, tantas cores para pintar. Não precisamos achar um vagalume para voltar a sonhar. Não podemos nos deixar morrer para só no fim entender que devemos lutar até o último respirar. Porque só assim as histórias permanecem no jardim que iremos deixar".
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Abismal
Eu gosto da voz que pulsa como um coração,
que acalenta a alma e torna o homem são.
Voz suave como melodia,
tua voz, menina,
que me faz sossegar quando o pranto chega.
Nem só de abismos se vive a vida.
que acalenta a alma e torna o homem são.
Voz suave como melodia,
tua voz, menina,
que me faz sossegar quando o pranto chega.
Nem só de abismos se vive a vida.
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