Chorou, sorriu, viveu. Queria morrer. Inexistir. Invisibilidade poderia lhe convir. Condenava o mundo, querendo-o mudo. Provavelmente para deixar sua voz ecoar músicas tristes. O passado fora claro como uma estrela no ápice da escuridão. O presente era agora um vão. Um coração vazio de esperanças.
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