Eu, que despejo amenidades no papel, deixei de observar a beleza das estrelas. Sinto-me condenado. Não me encho de suspiros no pôr-do-sol, nem me apaixono ao ver a lua tão cheia de vida. Será que meu coração não pulsará mais? Morrerei amargurado, preso em mim mesmo, sem escrever nova poesia que encontre o destino. As letras têm voado com o vento. Logo serei eu.
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