Fingir que é normal. Aceitar a rotina. Esquecer o sentimento. Não deixarei a avalanche enterrar as lembranças. O calor do coração pode derreter o gelo. Pode manter a fogueira acesa.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Dúvidas
Tristeza.
Perdi a conta dos suspiros.
Envolto em delírios.
Ouço cantos.
Perco a razão na medida que as horas passam.
Enlouquecerei?
Ou a insanidade do mundo já se apoderou do meu coração?
Perdi a conta dos suspiros.
Envolto em delírios.
Ouço cantos.
Perco a razão na medida que as horas passam.
Enlouquecerei?
Ou a insanidade do mundo já se apoderou do meu coração?
Thorn
Eu passarei a cerca de espinhos.
Continuarei meu caminho,
mesmo que os tambores ousem tocar.
A tristeza tem tentado me abalar.
Acreditar.
Porque a chama permanece acesa.
Meus olhos ainda brilham.
Eu posso lutar.
Continuarei meu caminho,
mesmo que os tambores ousem tocar.
A tristeza tem tentado me abalar.
Acreditar.
Porque a chama permanece acesa.
Meus olhos ainda brilham.
Eu posso lutar.
sábado, 10 de agosto de 2013
Perda
Perda. Eu pensei que era forte. Não sou. Provavelmente nunca serei. Não sou inquebrantável. Não tenho super-poderes. Eu sinto dor. Sou falível. Eu sangro. Tenho um enorme vazio no peito.
Tutuxo
Hoje sonhei contigo, meu nobre amigo. Estava confortável, pronto para dormir, enquanto eu admirava a sua pequena beleza. Acordei com a sensação de que você retornara. Ledo engano. A sua gaiola estava vazia, assim como meu coração. Eu não quero dizer adeus. Espero por um até logo ou por um assobio perdido daqueles que lhe ensinei. Eu vou lhe buscar onde você estiver. Não posso ficar sem meu escudeiro de olhos tão sinceros e vivos. Não posso amanhecer sem teu estribilho. Não sei como continuar.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Vazio
Os dias passaram.
Continuo a só ouvir o barulho do vento.
Sombras.
Estou caçando sombras.
Veja meu coração que sangra em minha mão.
Veja meu tormento que pulsa.
Sou o vazio.
Visto a carapuça.
Não sei se quero ficar.
Continuo a só ouvir o barulho do vento.
Sombras.
Estou caçando sombras.
Veja meu coração que sangra em minha mão.
Veja meu tormento que pulsa.
Sou o vazio.
Visto a carapuça.
Não sei se quero ficar.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Tuxão
As coisas perderam a cor.
Há silêncio.
Coração vazio.
Não ouço seu estribilho.
Se eu pudesse voltar no tempo.
Se eu pudesse.
Ah, se eu pudesse...
Não estaria cantando aqui sozinho para o vento.
Há silêncio.
Coração vazio.
Não ouço seu estribilho.
Se eu pudesse voltar no tempo.
Se eu pudesse.
Ah, se eu pudesse...
Não estaria cantando aqui sozinho para o vento.
Pituxo
Estou sozinho. Há uma luz fraca na sala. Silêncio. Meu peito dói. Meu coração rói meu sentimento. Desiludo a cada hora passada. Não sei se voltarei a pegar a estrada. Por mim, ficaria aqui olhando para o céu, esperando você voltar.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Tuxo
Você resolveu voar.
Conhecer outros cantões.
Em mim deixou a tristeza.
Fiquei preso em furacões.
Queria lhe ver,
falar contigo, meu nobre amigo.
Cantar outra música sem nexo.
Olhar para seus olhos pequenos, tão vivos.
Não sei que mundos busca conquistar,
mas aqui no meu mundo está a fazer falta.
Tenho um buraco na alma.
Uma caverna agora inabitável.
Um coração que bate sem rumo.
Um vazio incomensurável.
Um silêncio vadio.
Um silêncio que corta o meu coração.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Arte
Condenou-se, mesmo estando morto pelo passado.
Com seus olhos secos, viu o mundo escurecer.
Quebrou a aquarela.
Derramou as tintas.
Arremessou os pinceis.
Amargurou-se.
A arte não lhe gerava apreço.
Viraria rocha.
Terra.
Esquecimento.
Com seus olhos secos, viu o mundo escurecer.
Quebrou a aquarela.
Derramou as tintas.
Arremessou os pinceis.
Amargurou-se.
A arte não lhe gerava apreço.
Viraria rocha.
Terra.
Esquecimento.
domingo, 4 de agosto de 2013
Stela
Chorou, sorriu, viveu. Queria morrer. Inexistir. Invisibilidade poderia lhe convir. Condenava o mundo, querendo-o mudo. Provavelmente para deixar sua voz ecoar músicas tristes. O passado fora claro como uma estrela no ápice da escuridão. O presente era agora um vão. Um coração vazio de esperanças.
Vi e não acreditei
Vi-me em um sonho.
Irreal?
Vagueio, desejando acreditar no concreto.
Inexiste a possibilidade do amor?
Não. Assim como o ar, não vivo sem amar, sem desejar eternas poesias.
Irreal?
Vagueio, desejando acreditar no concreto.
Inexiste a possibilidade do amor?
Não. Assim como o ar, não vivo sem amar, sem desejar eternas poesias.
Quê
O que me trará o tempo?
Por enquanto, só espera.
Fico à janela, aguardando as horas passarem.
Vejo a forma das nuvens, observo a lua querendo sorrir.
A bonança deve estar por vir.
Pegarei uma cadeira para admirar todo o infinito.
Por enquanto, só espera.
Fico à janela, aguardando as horas passarem.
Vejo a forma das nuvens, observo a lua querendo sorrir.
A bonança deve estar por vir.
Pegarei uma cadeira para admirar todo o infinito.
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