domingo, 6 de março de 2011

Trovão

Eu hoje vi a luz que queria. A manhã fria sumiu junto com a névoa. No céu, as pérolas em formato de estrelas dançavam como outrora. Então, atravessei a clarividência da janela e parti rumo à luz que não cega.

2 comentários:

  1. As sensações são sempre boas depois que passam as trovoadas...

    Miss u!

    ResponderExcluir
  2. Marcio este poema está muito esotérico.

    Lindo.

    ResponderExcluir