sábado, 22 de janeiro de 2011

Amanhã ser

Agora não há navio que parta pelo nevoeiro.
Quem gosta do plúmbeo espaço?
Na escuridão, pelo menos se vê a incandescência da estrela.
O farol.
A expectativa do surgimento do sol.
Nuvens reluzem a relutância do astro maior.
Eis o azul.
Olhos que se perdem no infinito.
Elucubrações.
Pensamento nenhum.

Um comentário:

  1. E como pensar com um horizonte tão grande? Com um céu tão azulzinho?

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