quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cais

O cais é para onde volto empós um devaneio.
Navego pelas nuvens.
Pesco estrelas.
E da escuridão da noite retiro a tinta preta que preenche o vazio do papel em branco.
No meu barco não existem remos.
Apenas canções sem melodia.

5 comentários:

  1. Os devaneios têm tal poder, navegar pelas nuvens, pescar estrelas, deixar imaginação fluir.
    Preencher o vazio do papel é também preencher as lacunas da alma!

    Um grande beijo!

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  2. Lindo, nos encontremos lá no Cais, então.

    Beijo!

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  3. E eu que li "CAOS"...

    aiai... será uma leitura "possível"? rs

    Um bjo, Márcio,

    Talita.

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  4. Eita...o negócio tá bom aqui nesse blog, hein? Muito bom!!

    Temos nossos cais, não é? mesmo qdo não os admitimos, mas sempre sabemos onde estão...

    []ss

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  5. é sempre um prazer ler o que escreve.

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