domingo, 21 de março de 2010

Divagando sobre devaneios

Eu voltei ao pó.
Faço parte da atmosfera.
Livre, como um pássaro em debandada.
O sul, o norte, o leste ou oeste,
pouco importa.
A aquarela derrama as tintas.
Pinta o verde, o anil.
Amor de volta ao estágio febril.
Coração que palpita e aquece.
Tristeza desvanece.
Memórias de quando era são.

4 comentários:

  1. Ciclos de morrer e renascer em outros matizes.
    Beijos

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  2. Às vezes a sanidade nos mostra facetas que a insensatez nos faz esquecer...

    Um beijo, Márcio!

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